Em Porto Seguro, a alta  e salgada conta da reeleição começou a chegar para a população. Além, das demissões em massa e da perda das CET 's (Condições Especiais de Trabalho) para os até então nomeados, a prefeitura não tem conseguido nem mesmo pagar a sua folha de pagamento, já tendo solicitado à Câmara de Vereadores a contratação de mais R$ 100 milhões de empréstimos. Após ter recebido a prefeitura com 30 milhões de reais em caixa e  com todas as suas contas pagas,  mesmo com a pandemia, estima-se que hoje a prefeitura deve algo em torno de 400 ou 500 milhões de reais, sendo que todas as obras realizadas não custaram 200 milhões. 

Não bastasse isso, as obras da construção da ponte foram paralisadas um dia após a eleição, além das ruas centrais da cidade estarem completamente quase que em estado de calamidade pública, com buracos e até paralelepípedos soltos por todos os lados. Maior exemplo de descaso é a rua do Telégrafo, via de escape para turistas e moradores, de há muito abandonada pela administração. 

Ademais, não houve a programação para o tradicional Réveillon de fim de ano, frustrando turistas e moradores, sem atrações na Passarela do Álcool e até mesmo sem os tradicionais fogos de artifício, já que os que espocaram, segundo informações,  foram os do Hotel  Paradise. Sem os fogos do Paradise nem isso teríamos. 

Por outro lado, serviços essenciais como a Guarda Municipal e  a saúde,  ou não estão funcionando ou estão funcionando de mal a pior, além da falta de remédios básicos nos postos de saúde, enquanto as escolas municipais devem iniciar seus anos letivos em condições extremamente precárias

A verdade é que a cidade simplesmente parou do dia 06 de outubro para cá. Exceção apenas para o bom trabalho e o esforço heroico feito pelo secretário de Serviços Públicos, o diferenciado Luciano Alves, que  ainda vem mantendo o serviço de coleta de lixo razoavelmente bem. Até quando, só Deus sabe. 

Mas também não é para menos. O contrato de coleta de lixo de lixo aumentou nada menos do que 300% em relação aos preços praticados pela  antiga administração. Todos os contratos feitos pela atual administração custam até 10 vezes mais em comparação aos preços de mercado, enquanto os serviços públicos definham e pioram a cada dia que passa.